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Como se proteger da inflação energética

Bandeira vermelha, reajustes superiores a 20%! Essa é a realidade dos consumidores de energia elétrica cativos no Brasil. Neste artigo abordamos a inflação energética e compartilhamos algumas dicas de como se proteger dela.

Seja em uma residência ou em uma empresa, a energia elétrica é um dos insumos mais importantes para manutenção das rotinas diárias, e é justamente essa "dependência" que nos torna reféns e nos obriga a conviver com o alto preço praticado pelas concessionárias brasileiras.

A inflação energética

Entende-se por inflação energética, como sendo a taxa média na qual as tarifas de energia elétrica para consumidores cativos são reajustadas anualmente, funciona basicamente da mesma forma que a inflação de preços, mas atualmente, com índices bem superiores, infelizmente! As principais causas associadas aos índices de inflação energética atual estão relacionadas a:


1) Falhas cometidas na gestão e planejamento do setor elétrico

2) Necessidade de utilização de usinas termoelétrica devido a crise hidrídica

3) Ineficiência administrativa e operacional das empresas do setor (Geração e distribuição)

4) Subsídios embutidos na conta de energia


Ao compararmos a inflação energética, inflação de preços e reajuste do salário minimo em 2018, temos o seguinte cenário:

A conclusão é bem óbvia né? Os reajustes da tarifa energética superam em mais de 5 vezes o aumento da renda do trabalhador, diminuindo seu poder aquisitivo o que impacta fortemente a economia. É válido lembrar que a inflação energética está estimada baseada em uma média nacional, em alguns estados como no Rio de Janeiro a alta em cidades atendidas pela Enel foi de 21,04%, no estado de Minas Gerais este número supera os 25%.


Se protegendo da inflação energética

Para se proteger da inflação energética a melhor alternativa é ser o mais eficiente possível, em outras palavras, é buscar formas de consumir menos ou gerar sua própria energia sem que seja necessário reduzir ou mudar as rotinas diárias. Atualmente existem várias tecnologias que nos permitem reduzir o consumo mensal de energia elétrica, entre elas se destacam:


1) Uso de tecnologia LED para iluminação - até 70% de redução no consumo de energia elétrica

2) Uso de motores mais eficiente e inversores de frequência - até 30% de redução no consumo de energia elétrica.

3) Uso de sistemas de Ar condicionado e ventilação mais eficientes - Até 50% de redução no consumo de energia elétrica.

4) Geração de energia solar fotovoltaica - Apesar de não gerar redução de consumo de energia, ao se produzir sua própria energia, deixa-se de utilizar a energia da concessionária, desta forma é possível obter redução de custos em até 90%.


No gráfico abaixo, mostramos uma simulação de um consumidor que utiliza 1000 kW/h de iluminação mensalmente. Supondo que o consumidor utilize a iluminação 12h/dia, considerando a vida útil média dos sistemas LED de 60.000 horas (13 anos aproximadamente) o efeitos ao longo do período de vida útil, considerando a inflação energética em 10% seria:


Visualmente é possível perceber o impacto dos custos de energia durante um ano, para empresas isso significa aumento de custos fixos e redução de margens de lucros, para consumidor residencial trata-se da redução do poder aquisitivo, conforto e bem estar.


Nós da AEG Engenharia, nos propomos a oferecer soluções para eficiência, se você ou sua empresa desejam se tornar mais eficiente e se protegerem da inflação energética brasileira, vamos conversar! Certamente temos uma solução que se adequará a suas necessidades. Entre em contato conosco!

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AEG Engenharia 2018

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